domingo, 12 de setembro de 2010

INSTITUTO ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES



Foi lançado na manhã desta sexta-feira (03/09/2010) em Salvador, o Instituto Antônio Carlos Magalhães de Ação, Cidadania e Memória.
O IACM funcionará num casarão no Terreiro de Jesus, no Pelourinho e tem como objetivo desenvolver projetos de capacitação de jovens e adultos para atuação na vida pública e na iniciativa privada, além de funcionar como importante centro de incentivo e difusão de cidadania e cultura.
O lançamento aconteceu às 11h, com a presença da viúva do senador, dona Arlette Magalhães, familiares e amigos do líder baiano, que completaria 83 anos neste sábado.


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Eliana Mora - a El Poeta


Minhas divagações sobre egocentrismo-egoísmo-ego, que deu tanto pano para mangas, rendeu um fruto lindo. E foi a minha amiga-poeta Eliana Mora quem o colheu.
Vejam:

amor de ego
não morre de morto
morre de faca afiada...
(Eliana Mora)


poetisa brasileira nascida no Rio de Janeiro no sei de uma família judia, pai polaco e mãe russa; graduou-se aos 17 anos como mestre na "Arte de Dizer". Jornalista, actuou em revista, rádio, TV e
Assessoria de Imprensa - tamb´+em como professora universitária de cursos livres. Fazarte do movimento modernista Poetrix.. Editou em 2003 o seu primeiro livro intitulado "Mar e Jardim".




quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O TAL - Djalma Filho

(Ferreira Gullar e Vinícius de Moraes, no dia da gravação do Poema Sujo)


O TAL
(Djalma Filho)

Um leitor apenas basta
para o haver de um poema.

Um leitor, apenas
[segundo Ferreira Gullar],
justifica a existência de um poema.

...Sós,
dois olhos comem vivo o tal poema...

Um leitor apenas,
e basta!...



terça-feira, 31 de agosto de 2010

sobre "Rabo de Foguete" - Djalma Filho


Particularmente, não gosto muito de dizer aos quatro ventos aquilo que ando lendo. Assim como há escritores que gostam de posar para fotos com um porrada de livros ao fundo,só para aparentar certa intelectualidade,há alguns leitores(leitores?)que folheiam resumos, resenhas, comentários a respeito de uma determinada obra, e logo saem por aí, em suas rodas, tecendo impressões profundas sobre o não lido - como doutos.
Talvez, por estarmos num período eleitoral, eu recomendo "Rabo de Foguete", de Ferreira Gullar - Editora Revan, 1998. - cujo exemplar irei devolver à biblioteca itinerante do SESI na sexta-feira.
[a biblioteca do SESI, aqui na grande Porto Alegre funciona sim!... Encanta-me, ao lá chegar, ver a gurizada das escolas e dos bairros ávida, a trocar os livros já devorados]
Ah, como nós, autores, precisamos formar novos leitores!...
Mas, voltando à vaca fria, "Rabo de Foguete", além de ser um belo testemunho do poeta quando no exílio, é também uma reflexão das suas convicções político-partidárias.
E, enquanto lia,refletia:temos de aproveitar o testemunho dos autores que viveram a história, pois, o século XXI está indo,eles também partirão, mas não num rabo de foguete-infelizmente, por mais que a média do tempo de vida esteja "ad aeternum" em crescente, nenhum de nós ficará para semente.
Foi o Ferreira Gullar que, num dos encontros do "Poesia Nossa de Cada Dia" ( projeto formatado por mim e pelo poeta Geraldo Maia - dia desses eu falo sobre ele) quem me fez refletir no porquê da existência da poesia.
Boa leitura!...